Como ferramenta administrativa – "o Planejamento Estratégico –, possibilita perceber a realidade, avaliar os caminhos, construir um referencial futuro, estruturando o trâmite adequado e reavaliar todo o processo a que o planejamento se destina. Sendo, portanto, o lado racional da ação. Tratando-se de um processo de deliberação abstrato e explícito que escolhe e organiza ações, antecipando os resultados esperados. Esta deliberação busca alcançar, da melhor forma possível, alguns objetivos pré-definidos". (Wikipédia)
Acredito que podemos simplificar em palavras: reunir, prospectar,
criar, aplicar, disseminar e acompanhar. Simples, mas muitas empresas:
- Não fazem planejamento algum e vivem de apagar incêndios (pequenos ou grandes), ou seja, correndo atrás do próprio rabo. Afinal, empresas com esse perfil só estão preocupadas em vender muito, não importa o que (ou a que custo)...
- Quando se dão ao trabalho de planejar: ou não cumprem o que foi proposto (e acordado por todos), saindo completamente do foco inicial, sempre em busca do óbvio “dinheiro-dinheiro-dinheiro”, pouco se importando com seu maior bem: o cliente! Seja ele interno ou externo. Agora raciocinemos: se o “cliente interno” não compra o que o patrão vende, logo não estará preparado para vender. Nesse pique de corre-corre e vamos deixar pra outro dia – planos, processos e procedimentos vão para o lugar mais escuro do universo: o buraco negro!
Planejar é um processo e continuo, e o mais importante: ele envolve PESSOAS, do chão de fábrica ao presidente - todos devem estar comprometidos e saber onde a empresa quer chegar... Só assim, podemos começar uma mudança de cultura, e assim, estaremos mais
preparados para as adversidades (da vida e dos negócios), obtendo outras propostas,
resultados e soluções, conferindo assim dinamismo, baseado na
multidisciplinaridade, interatividade, num processo contínuo de tomada de
decisões.

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